João Bettencourt, presidente do Prainha Futebol Clube, foi o convidado de sábado do programa Em Foco da Rádio Pico. O presidente, mais jovem da ilha e quem sabe dos Açores, recordou o historial do clube que nasceu em 1970, depois esteve sem actividade entre 1998 e 2004, e retomou graças á força de vontade de um grupo de jovens daquela freguesia. No inicio apostaram nos escalões de formação e em 2006 avançam com a primeira equipa de futebol sénior, vencendo em 2010 tudo o que havia para vencer, e sobem de divisão, lugar onde se mantem até hoje. No dia-a-dia o presidente admite que existem dificuldades porque têm que montar uma logística diária, fora da freguesia, uma vez que o campo não tem condições de treino, nem de jogo, tendo que se deslocar diariamente para o do Vitória Futebol Clube. João Bettencourt recordou que o clube vive sobretudo de apoios municipais e regionais bem como das verbas que conseguem arrecadar da realização da festa da poça. O presidente tinha dois sonhos, o primeiro já foi concretizado que foi a aquisição de um imóvel para criar um ponto de encontro na freguesia, mas o segundo, que era ver o campo da Prainha com sintético, ainda não foi possível devido sobretudo á falta de vontade política. João Bettencourt informou que vai se recandidatar na direcção por mais dois anos, para ver se consegue concretizar este sonho. Questionado sobre o futsal, o presidente não tem dúvida de que é uma ameaça ao futebol 11 e deu como exemplo as Flores onde só existe futsal e o futebol acabou.