Os Açores são uma das regiões com taxas mais elevadas de gravidez precoce, mas 10 das 36 escolas do segundo ciclo ao secundário não têm gabinetes de atendimento ao aluno, que podem ter papel importante no combate ao problema. Para Fabíola Cardoso, directora regional de Educação, em declarações à Lusa, a gravidez precoce é um problema que tem que ser encarado e contrariado, porque são percursos de vida que estão a ser precocemente alterados com responsabilidades que não se adequam a estas idades. A directora concluiu que em sociedade nenhuma as gravidezes com 14 anos podem ser vistas sem preocupação.