A decisão foi tomada na assembleia-geral "muito participada", que decorreu terça à noite. Segundo o jornal açoriano oriental, os tripulantes param por considerarem que a empresa não está a valorizar devidamente as suas carreiras. Em causa está a nomeação temporária de chefes de cabine, sobretudo durante a época alta, e que segundo o Sindicato de Pessoal de Voo violará o Acordo de Empresa. Henrique Martins, dirigente sindical, diz que a greve não está prevista estender-se á Sata Internacional mas o facto de ali "suceder a mesma coisa", poderá "contagiar" o pessoal de cabine a "não tarda muito".